terça-feira, 11 de agosto de 2009

Minhas crenças


Ontem, eu tive uma conversa interessante com meus alunos do 3º semestre (Psicologia/Faculdade Castro Alves), com os quais conversarei, ao longo do semestre, sobre "Elementos de Psicologia e Processos de Subjetivação".

Conversamos sobre a Psicologia Científica, as diversas concepções de homem e de mundo, sobre a irredutibilidade do objeto das ciências humanas e sociais aos critérios de verdade das ciências positivas, e, tb, que "a verdade" oferecida por determinadas teorias não é "a" verdade, mas pode ser "nossa" verdade - no sentindo de que pode responder de forma satisfatória nossas questões pessoais... enfim, um papo que gosto muito de ter.

E, como me senti autorizada pelas falas da Emily Abbey no workshop de julho (CONTRADES/UFBA), afirmei minhas crenças.

Estou achando que vou escrevê-las em todas as aulas para que saibam exatamente onde "meu burro está amarrado".

Vou começar a fazer minha lista (que será atualizada sempre que for necessário; isto é, quando me deparar com alguma frase que nos faz exclamar: "tirou da minha boca!"):

1. Assim como Valsiner (2007), eu vejo "a experiência humana enquanto realidade subjetiva culturalmente organizada e constantemente recriada de modo pessoal" (p.1)

2. Assim como Rorty, Lacan, Denise (minha orientadora) e tantos outros, eu acredito que a linguagem "inventa" o mundo (coloquei "inventa" para ressaltar a dimensão da criatividade).


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